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POLíTICA

Núcleo duro e ministros do governo enfrentam dificuldade eleitoral

Apenas quatro políticos da cúpula do governo Lula concorrerão em posição de favoritos; oito estão em desvantagem nos pleitos que vão disputar

Há 142 dias • por Leonardo Barreto
Núcleo duro e ministros do governo enfrentam dificuldade eleitoral
Fernando Haddad (PT-SP). Foto: Divulgação/PT
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Entre parlamentares e ministros que formavam o núcleo duro do governo, 13 nomes deverão disputar eleições majoritárias em 2026, entre cadeiras no Senado (10) e governos de estado (2).

Márcio França ainda está indeciso entre concorrer ao cargo de vice-governador ou ao Senado por São Paulo.

Com as pesquisas disponíveis, tem-se que 8 deles encontram-se atrás nas pesquisas: Waldez Góes e Randolfe Rodrigues (Senado/AP); André Fufuca (Senado/MA); Renan Filho (Governo/AL); Carlos Fávaro (Senado/MT); Gleisi Hoffmann (Senado/PR); Paulo Pimenta (Senado/RS); Fernando Haddad (Governo/SP).

Outros quatro estão na posição de favoritos: Marina Silva e Simone Tebet (Senado/SP); Rui Costa e Jaques Wagner (Senado/BA).

Previsões para o Senado

Nas projeções atuais para o Senado Federal feitas pelo site de análise estatística Polling Data, com as pesquisas atuais, a direita tem 100% de chances de fazer três quintos da casa (49 senadores). A chance de ter dois terços (54), o número mínimo para um impeachment de ministro do STF é de apenas 1,8%.

O PL deve ter algo em torno de 21 senadores, seguido pelo União (10), PT (10), Republicanos (8), MDB (8), PP (7), PSB (5), PSD (4), PODE (2), PSDB (2), NOVO (2), SD (1) e PDT (1).

A projeção da nova configuração do Senado ajuda a explicar parte do comportamento de Davi Alcolumbre na semana passada, quando se viu Jorge Messias ser rejeitado para vaga no STF e a derrubada do veto da dosimetria.

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