Nesta semana começou a temporada de desincompatibilização de cargos públicos para aqueles que desejam concorrer nas Eleições 2026. O prazo é 4 de abril.
Do total de governadores estaduais (27), cerca de 2/3 (18) não podem concorrer à reeleição. A tendência natural de ex-governadores é correrem para o Senado, mas com exceções.
Governos: 27
Reeleição: 9 (SP; SC; BA; CE; PE; PI; SE; AP; e MS)
Não reeleição: 18 (MG; RJ; ES; PR; RS; GO; MT; DF; AL; MA; PB; RN; AC; AM; PA; RO; RR; TO)
Quem sai e quem fica na vaga
Romeu Zema (MG – NOVO) Presidência ou Senado -> Mateus Simões (PSD);
Eduardo Leite (RS – PSD) Presidência ou Senado -> Gabriel Souza (MDB);
Ratinho Júnior (PR – PSD) Presidência ou Senado -> Darci Piana (PSD);
Ronaldo Caiado (GO – PSD) Presidência ou Senado -> Daniel Vilela (MDB);
Ibaneis Rocha (DF – MDB) Senado -> Celina Leão (PP);
Cláudio Castro (RJ – PL) Senado – Deixa cargo vago a ser preenchido por deputado eleito pela Assembleia Estadual;
Helder Barbalho (PA – MDB) Senado ou vice-presidência -> Hana Ghassan (MDB);
Renato Casagrande (ES – PSB) Senado -> Ricardo Ferraço (MDB);
Gladson Cameli (AC – PP) Senado -> Mailza Assis (PP);
João Azevêdo (PB – PSB) Senado -> Lucas Ribeiro (PP);
Mauro Mendes (MT – UB) Senado -> Otaviano Pivetta (REP);
Antônio Denarium (RR – PP) Senado -> Edilson Damião (UB).
Quem fica até o final
Fátima Bezerra (RN-PT): Rompeu com o vice do MDB e prefere controlar o governo até o final, além de enfrentar problemas de baixa popularidade (65% de rejeição);
Wilson Lima (AM – UB): Desaprovado por 79% da população, preferiu não se candidatar;
Carlos Brandão (MA – PSB): Rompeu com o vice do PT e prefere permanecer no governo para consolidar seu grupo político;
Marcos Rocha (RO – UB): Rompeu com o vice do próprio partido e prefere permanecer no cargo para consolidar seu grupo político;
Paulo Dantas (AL – MDB): Com duas chapas muito pesadas para os Senado (Renan Calheiros e Arthur Lira), preferiu terminar o mandato.




